… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 6 de maio de 2017

6 de maio


C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
6 de maio

“Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, sê no temor do SENHOR todo o dia. Porque deveras há um fim bom; não será malograda a tua esperança. “ (Pv 23:17-18, ARC, Pt)

Quando vemos prosperar os malvados, somos inclinados a invejá-los. Quando ouvimos o estrondo do seu regozijo, e o nosso próprio espírito está abatido, quase chegamos a pensar que eles têm a melhor parte. Isto é insensato e pecaminoso. Se os conhecêssemos melhor, e, especialmente, se nos recordássemos do seu fim, teríamos compaixão deles.

A cura para a inveja consiste em vivermos sob um constante sentido da presença divina, adorando a Deus e tendo comunhão com Ele durante todo o dia, por mais longo que o dia pareça. A verdadeira religião levanta a alma a uma região mais elevada, onde o juízo se torna mais claro e os desejos são mais elevados. Quanto mais exista do Céu nas nossas vidas, menos cobiçamos da Terra. O temor de Deus expulsa a inveja dos homens.

O golpe mortal para a inveja é uma consideração calma do futuro. A riqueza e a glória dos ímpios são um vão espetáculo. Esta aparência pomposa cintila durante uma hora, e depois extingue-se. De que valerá ao próspero pecador a sua prosperidade quando o juízo lhe sobrevier? Quanto ao homem piedoso, o seu fim é paz e bem-aventurança, e nada lhe poderá roubar o seu gozo; portanto, ele renuncia à inveja, e enche-se de doce contentamento.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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