… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 7 de maio de 2017

7 de maio


C. H. Spurgeon
Leituras Matutinas
7 de maio

“Acompanhou-o uma grande multidão de gente, e ele curou a todos.” (Mt 12:15, ARC, Pt)

QUE grande quantidade de doenças horríveis eram apresentadas a Jesus! Todavia, Ele não Se enfadava, mas atendia pacientemente a cada doente. Que variedade singular de males se juntou a Seus pés! Que repugnantes úlceras e que chagas putrescentes! Todavia, Jesus estava pronto para fazer frente a cada nova manifestação do monstro do mal, e sempre saía vitorioso. Viessem de onde viessem os dardos de fogo, Ele sempre os apagava. O calor da febre ou o frio da hidropisia; a letargia da paralisia ou a fúria da loucura; a imundície da lepra ou a escuridão da oftalmia, todos conheciam o Seu poder da Sua palavra e às Suas ordens, saíam. Em cada lugar Jesus saía vitorioso sobre o mal, e recebia a homenagem dos cativos libertados. Ele veio, viu e conquistou em toda a parte. E é ainda assim esta manhã. Seja qual for o meu mal, o Médico amado pode curar-me; e qualquer que seja o estado dos que posso recordar neste momento em oração, posso ter confiança em Jesus que Ele será capaz de curá-los dos seus pecados. Meu filho, meu amigo, meu caro, eu posso ter esperança por cada um, quando recordo o poder que cura de meu Senhor; e quanto a mim, seja como for dura a minha luta com pecados e enfermidades, eu posso, não obstante, estar de bom ânimo. Aquele que sobre a Terra atendeu os hospitais, ainda dispensa a Sua graça e obra maravilhas entre os filhos dos homens: que eu vá, a sério, a Ele, imediatamente.


Louvo-O esta manhã, ao recordar-me como Ele obrou as Suas curas espirituais, que Lhe trouxeram tanta celebridade. Recordemos que Ele o fez tomando sobre Si as nossas enfermidades. “Pelas Suas pisaduras, fomos sarados.” A Igreja que está na Terra está cheia de almas curadas pelo nosso Médico Amado; e os próprios habitantes do Céu confessam que “Ele curou-os a todos.” Vem então, minh’alma, proclama amplamente as virtudes da Sua graça, e faz que sejam “para o SENHOR por nome, por sinal eterno, que nunca se apagará.”


Tradução de Carlos António da Rocha

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