… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 8 de maio de 2017

8 de maio


Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras de
C. H. Spurgeon
8 de maio O NOSSO SERVIÇO RACIONAL

Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano, e algum de vós lhe disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos, e lhe não derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? Assim, também, a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.” (Tg 2:14-17, ARC, Pt)

Há alguns que parecem estar dispostos a aceitar a Cristo como seu Salvador que não o receberão como Senhor. Eles não o dirão assim claramente, mas como as ações dizem mais que as palavras, isso é o que virtualmente dizem as suas ações. Que triste é que alguns falem da sua fé em Cristo e, não obstante, as suas obras não dão provas da sua fé! Alguns até falam como se entendessem o que queremos dizer com o pacto da graça, contudo, não há nenhuma boa evidência da graça nas suas vidas mas, sim que abunda uma prova muito clara do pecado, (não da graça). Não posso conceber que seja possível que alguém receba a Cristo como Salvador e, não obstante, não O receba como Senhor. Um dos primeiros instintos de uma alma redimida é cair aos pés do Salvador e com gratidão e adoração clamar: “Bendito Mestre, reconheço que, ao comprar-me com o Teu sangue precioso, sou Teu, somente Teu, completamente, para sempre. Senhor, que queres que eu faça?” Um homem que realmente foi salvo por graça não necessita que lhe digam que ele está sob a obrigação solene de servir a Cristo, a nova vida que há dentro dele o diz. Em vez de considerar isso uma carga, ele gostosamente rende-se de alma, corpo e espírito ao Senhor que o redimiu, e considera que este é o seu serviço racional.





A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: Jz 18-21

 Tradução de Carlos António da Rocha

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