… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 11 de junho de 2017

11 de junho

C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas
11 de junho

“Ali quebrou as flechas do arco; o escudo, e a espada, e a guerra.” (Sl 76:3, ARC, Pt)

O glorioso clamor do nosso Redentor “Está consumado”, foi o dobre a finados que anunciou a morte de todos os adversários do Seu povo, a destruição “das flechas do arco; o escudo, e a espada, e a guerra.” Eis aqui o Herói do Gólgota usando a Sua cruz como uma bigorna e os Seus ais como um martelo, despedaçando energicamente fardo após fardo dos nossos pecados, aquelas envenenadas “flechas do arco”, e passando por cima de cada requisitório e destruindo cada acusação. Que golpes gloriosos dá o poderoso Destruidor com um martelo muito mais pesado do que a fabulosa arma de Thor! Como os diabólicos dardos voam em pedaços e os infernais escudos são quebrados como vasos de oleiro! Eis aqui, Ele tira da bainha de infernal feitura a temível espada de poder satânico! Ele quebra-a sobre os Seus joelhos como alguém parte lenha seca de um feixe e a deita no fogo. Eis aqui, nenhum pecado de um crente pode agora ser uma flecha que o fira mortalmente; nenhuma condenação pode agora ser uma espada que o mate, porque o castigo do nosso pecado foi sofrido por Cristo, e uma expiação perfeita de todas as nossas iniquidades foi feita pelo nosso bendito Substituto e Fiador. Agora, quem acusa? Agora, quem condena? Cristo morreu; mais ainda, também ressuscitou. Jesus esvaziou as aljavas do inferno, apagou cada dardo inflamado, e cessou o poder de cada flecha de ira. O solo está coberto de fragmentos e de restos das armas da luta do Inferno, os quais nos são visíveis apenas para nos recordar o nosso perigo anterior e a nossa grande libertação. O pecado não tem mais domínio sobre nós. Jesus pôs-lhe um fim e descartou-o para sempre. Oh tu, inimigo, as tuas destruições chegaram a um fim perpétuo! Falai de todas as admiráveis obras do SENHOR, vós que mencionais o Seu Nome; não guardeis silêncio, nem de dia nem quando o sol se põe. Bendiz, minh’alma, ao SENHOR.


Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: