… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 12 de junho de 2017

12 de junho

Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras de
C. H. Spurgeon

12 de junho – TRISTES E VEXADOS

“Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. Se dissermos que não pecámos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” (1Jo 1:8-10, ARC, Pt)

O Cristão nunca peca com esse alarde tão grande do qual são culpados os não regenerados. Outros se derrubam nas transgressões e fazem da sua vergonha a sua glória; porém, quando o crente cai, ele guarda silêncio, entristece-se e enoja-se. Os pecadores vão para os seus pecados como os meninos vão à horta do seu próprio pai, mas os crentes escapam-se como ladrões, que têm estado roubando o fruto proibido. Num Cristão a vergonha e o pecado sempre andam de mão dada. Se ele se embebeda de pecado, envergonhar-se-á de si mesmo e irá para cama como um cão sem raça açoitado. Ele não pode proclamar as suas transgressões como fazem alguns no meio de uma multidão obscena, alardeando-se das suas façanhas malignas. O seu coração está destroçado no seu interior, e quando ele tem pecado, passa muitos, muitos dias com os ossos doridos.

Nem tampouco ganha ele com a plenitude da deliberação que pertence aos outros homens. O pecador pode sentar-se durante um mês inteiro e pensar na iniquidade que tenta perpetrar até que tem os planos bem organizados e o seu projeto maturado, mas o Cristão não pode fazer isso. Pode ser que ponha o pecado na sua boca e que num instante o trague mas não pode continuar dando-lhe voltas. Aquele que pode organizar e tramar uma transgressão continua sendo um filho verdadeiro da velha serpente.

A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: 1Rs  20-22

 Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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