… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

16 de junho


C. H. Spurgeon
Leituras Matutinas
16 de junho

“E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer.” (Jo 10:28, ARC, Pt)

O Cristão nunca deveria pensar ou falar levianamente da incredulidade. A Deus desagrada-Lhe muito que um dos Seus filhos desconfie do Seu amor, da Sua verdade e da Sua fidelidade. Como nos atrevemos nós a entristecê-Lo, duvidando da Sua graça, que nos sustenta? Cristão! É contrário a cada promessa da preciosa Palavra de Deus que tu sejas esquecido ou abandonado para pereceres. Se isto fosse assim, como poderia ser verdadeiro o que Ele disse: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti”! Que valor teria esta promessa: “Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão abalados; porém a minha benignidade não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não mudará, diz o SENHOR que se compadece de ti.”? Onde estaria a verdade das palavras de Cristo: “Dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai”? Onde estariam as doutrinas da graça? Elas seriam todas refutadas se um só filho de Deus perecesse. Onde estariam a veracidade de Deus, a Sua honra, o Seu poder, o Seu pacto, o Seu juramento, se algum daqueles por quem Cristo morreu, e que pôs nEle a sua confiança, fosse, não obstante, rejeitado? Aparta de ti estes temores incrédulos, que tanto desonram a Deus. Levanta-te, sacode o pó, e veste as tuas roupas bonitas. Recorda que é pecado duvidar da Sua Palavra, na qual Ele te prometeu que jamais perecerás. Que a vida eterna que há em ti se manifeste em ousada alegria.

“O Evangelho sustenta o meu espírito:
Um Deus fiel e invariável
Assenta a base para a minha esperança,
Em juramentos, promessas e sangue.”

Tradução de Carlos António da Rocha

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