… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 17 de junho de 2017

17 de junho


Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
17 de junho  CUIDADO COM O CRITICAR OS OUTROS

“Não julgueis, para que não sejais julgados.” (Mt 7:1, ARC, Pt)

As instruções de Jesus a respeito de julgar os outros é expressa muito simplesmente; Ele diz “Não.” O cristão típico é o indivíduo mais penetrantemente crítico que se conhece. A crítica é uma das atividades comuns das pessoas, mas no reino espiritual nada se obtém por ela. O efeito da crítica é a divisão das forças de quem está sendo criticado. O Espírito Santo é o Único que está na posição adequada para criticar, e só Ele é capaz de mostrar o que está errado, sem magoar e ferir. É impossível entrar em comunhão com Deus, quando tens um espírito crítico. A crítica é suficiente para tornar-te duro, vingativa e cruel, e deixa-te com a ideia reconfortante e lisonjeira de que tu és, de alguma forma, superior aos outros. Jesus diz que, como Seu discípulo, deves cultivar uma disposição espiritual que nunca critique. Esta disposição espiritual não acontecerá rapidamente, mas deve ser desenvolvida num curto período de tempo. Deves, constantemente, tomar cuidado com qualquer coisa que faça com que tu penses de ti mesmo como sendo uma pessoa superior.



Não há como escapar ao exame cuidadoso e penetrante da minha vida por Jesus. Se eu vejo um pequeno argueiro no teu olho, isso significa que eu tenho uma trave no meu (ver Mt 7:3-5). Cada coisa errada que eu vejo em ti, Deus encontra-a em mim. De cada vez que eu julgo, condeno-me a mim mesmo (ver Rm 2:17-24). Deixa de ter uma vara de medição para as outras pessoas. Há sempre, pelo menos, mais um facto, de que não sabemos nada, em cada uma das situações das pessoas. A primeira coisa que Deus nos faz é ministrar-nos uma completa limpeza espiritual. Depois disso, não existe nenhuma possibilidade de que reste orgulho em nós. Eu nunca me encontrei com uma pessoa por quem eu pudesse perder a esperança, ou considerá-la como um caso perdido, depois de discernir o que há em mim, à parte da graça de Deus.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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