… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 20 de junho de 2017

20 de junho


C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
20 de junho

“Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.” (23:4, ARC, Pt)

Estas palavras que nos descrevem a segurança experimentada no leito de morte, são muito doces. Quantas pessoas as têm repetido com intenso deleite nas suas últimas horas!


Mas o versículo é igualmente aplicável às agonias de espírito no meio da vida. Alguns de nós, como Paulo, morremos diariamente por causa de uma tendência para a melancolia da alma. Na sua peregrinação, Bunyan põe o Vale da Sombra de Morte muito antes que o rio que corre no sopé das colinas celestiais. Alguns de nós temos atravessado o escuro e terrível desfiladeiro da “sombra de morte” várias vezes, e podemos dar testemunho de que só o SENHOR nos habilitou no meio dos seus pensamentos desvairado, dos seus horrores misteriosos e das suas terríveis depressões. O SENHOR tem-nos sustentado e tem-nos guardado por cima de todo temor real do mal, mesmo que o nosso espírito tenha estado afligido. Temos sido afligidos e abatidos, contudo, vivemos, pois temos sentido a presença do Grande Pastor, e temos tido a confiança de que o Seu cajado impedirá que o inimigo nos propine um golpe mortal.


Se o tempo presente for obscurecido pelas asas do corvo de uma grande aflição, devemos glorificar a Deus por meio de uma tranquila confiança nEle.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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