… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 21 de junho de 2017

21 de junho

Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
21 de junho  O MINISTÉRIO DA VIDA INTERIOR

“Vós sois ... o sacerdócio real ...” (1Pe 2:9, ARC, Pt)

Com que direito nos tornamos “o sacerdócio real”? É pelo direito de expiação pela Cruz de Cristo, que foi consumado. Estamos nós preparados para intencionalmente nos ignorarmos e para nos lançarmos ao trabalho sacerdotal da oração? O contínuo e minucioso exame interior, que fazemos, num esforço para ver se nós somos o que deveríamos ser gera um tipo de Cristianismo doentio e egoísta; não a vida vigorosa e simples de um filho de Deus. Até que não entremos neste relacionamento correto e adequado com Deus, a nossa situação é tolamente “pendurados pela pele dos nossos dentes”, embora, digamos: “Que vitória maravilhosa alcancei!” No entanto, não há nada absolutamente nisso que mostre o milagre da redenção. Empreende com uma fé que não olha às consequências e sem restrições porque a redenção está completa. Então, não te incomodes mais contigo mesmo, mas começa a fazer o que Jesus Cristo disse, essencialmente: “Ora pelo amigo que vem a ti à meia-noite, ora pelos santos de Deus, e ora por todos os homens.” Ora com a percepção de que tu és perfeito unicamente em Cristo Jesus, e não com base neste argumento: “Oh, Senhor, eu fiz o meu melhor, por favor, ouve-me agora!”



Quanto tempo é que Deus demorará para nos livrar do nocivo hábito de pensarmos apenas em nós mesmos? Precisamos de chegar ao ponto de estarmos fartos de nós mesmos, até que não haja mais nenhuma surpresa em qualquer coisa que Deus nos possa dizer sobre nós mesmos. Nós não podemos alcançar e compreender as profundezas da nossa própria insuficiência. Há apenas um lugar onde estamos bem com Deus, e, isto é, em Cristo Jesus. Logo que lá estamos, temos de derramar as nossas vidas por tudo o que tenha importância neste ministério da vida interior.



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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