… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

22 de junho


Oswald Chambers
My Utmost for His Highest

22 de junho  A INALTERÁVEL LEI DO JUÍZO

“Com o juízo com que julgardes, sereis julgados, e, com a medida com que tiverdes medido, vos hão de medir a vós.” (Mt 7:2, ARC, Pt)

Esta afirmação não é uma teoria aleatória, mas é uma lei eterna de Deus. Seja qual for o juízo com que julgardes, sereis julgados. Há uma diferença entre retaliação e retribuição. Jesus disse que a base da vida é a retribuição— “com a medida com que tiverdes medido, vos hão de medir a vós.” Se tens sido perspicaz a descobrir os defeitos de outras pessoas, lembra-te que será exatamente como vais ser medido. A maneira como pagas é o modo como a vida te restitui. Esta lei eterna administra a partir do trono de Deus até nós (vê Sl 18:25-26).

Rm 2:01 aplica-a de uma forma ainda mais definida, dizendo que aquele que critica um outro é culpado da mesma coisa. Deus não olha apenas para o ato em si mesmo, mas olha também para possibilidade de este vir a ser cometido, coisa que Ele vê ao olhar para os nossos corações. Para começar, nós não cremos nas declarações da Bíblia. Por exemplo, cremos nós realmente na declaração que diz que nós criticamos nos outros as mesmas coisas de que de nós próprios somos culpáveis? A razão pela qual vemos hipocrisia, falsidade, e uma falta de autenticidade nos outros é que tudo isso existe nos nossos próprios corações. A característica mais insigne de um santo é a humildade, como é evidenciado por ser capaz de dizer honestamente e humildemente: “Sim, todos aqueles males, assim como outros, ter-se-iam sido exibido em mim, se não fosse pela graça de Deus. Portanto, não tenho nenhum direito de julgar.”

Jesus disse: “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mt 7:1). Ele continuou dizendo, com efeito, “com o juízo com que julgardes, sereis julgados, e, com a medida com que tiverdes medido, vos hão de medir a vós.” Quem dentre nós se atreveria a pôr-se de pé diante de Deus e dizer: “Meu Deus, julga-me como eu tenho julgado as outras pessoas”? Temos julgado os outros como pecadores— se Deus fosse julgar-nos da mesma maneira, estaríamos condenados ao inferno. Deus ainda nos julga com base na maravilhosa expiação por intermédio da Cruz de Cristo.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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