… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 24 de junho de 2017

24 de junho

Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
24 de junho  ADMITINDO A REALIDADE DO PECADO

“Mas esta é a vossa hora e o poder das trevas” (Lc 22:53, ARC, Pt)

É o não admitir a realidade do pecado que causa todos os desastres na vida. Podes falar sobre a nobreza da natureza humana, mas há algo na natureza humana que rirá na cara de cada ideal que tens. Se te recusares a aceitar o facto de que existe vício e egoísmo, algo completamente errado e maldoso nos seres humanos, quando a tua vida for atingida pelo pecado, em vez de reconheceres essa realidade, farás um compromisso com o pecado e afirmarás que é inútil batalhar contra ele.

Já tomaste em consideração esta hora e o poder das trevas, ou tens um conceito de ti mesmo que te impede por completo de admitir o pecado? Admites que o pecado pode estar presente nos teus relacionamentos e amizades? Se não o admites, serás surpreendido na próxima esquina e farás um compromisso com ele. Se admitires o pecado como um facto, imediatamente terás consciência do perigo, e dirás – Sim, eu vejo o que isso significaria. O reconhecimento do pecado não destrói a base da amizade; estabelece um assentimento mútuo para o fato de que a base da vida é trágica. Toma sempre cuidado com uma estimativa da vida que não reconheça o facto de que existe pecado.

Jesus Cristo nunca confiou na natureza humana, porém Ele nunca foi cínico, nem nunca desconfiado, porque confiava absolutamente no que Ele poderia fazer em prol da natureza humana. O homem ou a mulher puros, e não o inocente, são o homem ou a mulher salvaguardados. Nunca estás seguro por meio de um homem ou de uma mulher inocente. Os homens e as mulheres não têm nenhum dever de serem inocentes; Deus exige que eles sejam puros e virtuosos. Inocência é a característica de uma criança; é uma coisa condenável para um homem ou mulher não reconhecerem a realidade do pecado.



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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