… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

26 de junho

C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas
26 de junho

“Havendo escapado da corrupção, que, pela concupiscência, há no mundo.” (2Pe 1:4, ARC, Pt)

SE queres viver no poder do teu Senhor ressuscitado, despreza para sempre todo o intento de satisfazer a carne. Seria um mal que alguém que vive em Cristo permanecesse na corrupção do pecado. “Por que buscais o vivente entre os mortos?”, disse o anjo a Madalena. Deve o vivente habitar num sepulcro? Deve a vida divina ser aprisionada no ossuário da luxúria carnal? Como podemos participar da taça do Senhor e beber também da taça de Belial? Crente, tu, de facto, estás livre de luxúrias e pecados descobertos, mas, escapaste também das mais secretas e enganosas varas enviscadas do satânico passarinheiro? Tens fugido da concupiscência da soberba e da preguiça? Sente-se inteiramente livre da segurança carnal? Estás procurando viver diariamente por cima da mundanalidade, da concupiscência da vida e do enganoso mal da avareza? Recorda que é por causa disto que tu foste enriquecido com os tesouros de Deus. Se, na verdade, és o eleito de Deus, amado por Ele, não permitas que todo o rico tesouro da graça seja desperdiçado em ti. Segue a santidade, pois ela é a coroa e a glória do Cristão. Uma Igreja ímpia! Ela é inútil para o mundo e não goza de nenhuma estima entre os homens. Ela é uma abominação, o riso do Inferno e uma coisa detestada pelo Céu. Os piores males que sobrevieram ao mundo, trouxe-os a Igreja ímpia. Oh, Cristão, as promessas solenes de Deus estão sobre ti! Tu és sacerdote de Deus: obra pois, como tal. És rei de Deus; não te associes com Belial. O Céu é a tua porção: vive com um espírito celestial; assim demonstrarás que tens verdadeira fé em Jesus, porquanto não pode haver fé no coração a menos que haja santidade na vida.



"Senhor, quero viver como alguém

Que tem um nome comprado pelo sangue,

Como alguém que teme apenas ofender-Te,

E que não conhece outra vergonha."


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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