… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 3 de junho de 2017

3 de junho

Oswald Chambers
My Utmost for His Highest

3 de junho “O SEGREDO DO SENHOR”

O segredo do Senhor é para os que O temem…” (Salmo 25:14, ARC, Pt)

Qual é a prova de um amigo? É porque ele te conta as suas mágoas secretas? Não, é porque ele te conta as suas alegrias secretas. Muitas pessoas te segredarão as suas mágoas secretas, mas a marca final da intimidade é quando elas compartilham as suas alegrias secretas contigo. Alguma vez deixámos que Deus nos contasse qualquer uma das Suas alegrias? Ou será que estamos nós contando constantemente a Deus os nossos segredos, deixando-O sem tempo para falar connosco? No início da nossa vida Cristã, estamos cheios de pedidos (a fazer) a Deus. Mas, depois, descobrimos que Deus quer levar-nos para um relacionamento íntimo com Ele— para que entremos em contato com os Seus propósitos. Será que estamos tão intimamente unidos à ideia de oração de Jesus Cristo— “Seja feita a Tua vontade” (Mateus 6:10, ARC, Pt) — que recebemos os segredos de Deus? O que torna Deus tão encantador para nós não é tanto pelas Suas grandes bênçãos para nós, mas pelas pequenas coisas, porque elas mostram a Sua maravilhosa intimidade para connosco— Ele conhece cada pormenor de cada uma das nossas vidas pessoais.

Ele o ensinará no caminho que deve escolher” (Sl 25:12, ARC, Pt). A princípio, queremos ter a consciência de estarmos sendo guiados por Deus. Mas, depois, à medida que crescemos espiritualmente, vivemos tão plenamente cientes de Deus, que nem precisamos de perguntar qual é a Sua vontade, porque o pensamento de escolher outra maneira de proceder nunca nos irá ocorrer. Se somos salvos e santificados, Deus guia-nos por intermédio das nossas escolhas diárias.

E se estamos prestes a escolher o que Ele não quer, Ele dar-nos-á uma sensação de dúvida ou de restrição, a que devemos prestar atenção. Sempre que houver dúvida, pára imediatamente. Nunca tentes concluir logicamente, dizendo: “Pergunto a mim mesmo, por que é que eu não deveria fazer isto?” Deus instrui-nos naquilo que escolhemos, isto é, Ele, na realidade, orienta o nosso bom senso. E quando nos submetemos aos Seus ensinamentos e orientação, já não embaraçamos por muito tempo o Seu Espírito, perguntando continuamente: “Agora, Senhor, qual é a Tua vontade?”



Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: