… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 4 de junho de 2017

4 de junho


C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
4 de junho

“Recebido acima, na glória.” (1Tm 3:16, ARC, Pt)

TEMOS VISTO o nosso bem-amado SENHOR, nos dias da Sua carne, humilhado e violentamente vexado, pois Ele “era desprezado e o mais indigno entre os homens, homem de dores, experimentado nos trabalhos.” Ele, cujo esplendor, era como a manhã, usou o cilício da aflição diariamente como Seu vestuário: a ignomínia foi o Seu manto e o vitupério a Sua vestimenta. Ainda agora, porquanto Ele triunfou no madeiro ensanguentado, sobre todos os poderes das trevas, a nossa fé contempla o nosso Rei voltando de Edom com vestidos tingidos, vestindo trajes cerimoniais no esplendor da vitória. Quão glorioso terá Ele parecido aos olhos dos serafins quando uma nuvem O recebeu, ocultando-O dos olhos dos mortais e Ele subiu para o Céu! Agora Ele tem a glória que Ele teve com Deus antes que a Terra existisse alguma vez; e, além disso, outra glória sobre todas: a que Ele ganhou na batalha contra o pecado, a morte e o inferno. Como vencedor Ele usa a coroa de glória. Escutai como o tom do canto aumenta de volume! É um canto novo e muito melodioso: “Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, porque Ele nos redimiu para Deus pelo Seu sangue.” Ele ostenta a glória de um Intercessor que nunca pode falhar; de um Príncipe que nunca pode ser derrotado; de um Conquistador que venceu todos os inimigos; de um SENHOR que conta com a lealdade de todos os Seus súbditos. Jesus leva sobre Si toda a glória que a pompa do Céu Lhe pode outorgar, que dez mil vezes dez mil anjos Lhe podem ministrar. Até com o maior esforço de imaginação tu não podes conceber a Sua excessiva grandeza. Ainda haverá uma nova revelação dela quando Jesus descer do Céu com grande poder acompanhado de todos os santos anjos: “Então, Ele Se assentará no trono da Sua glória.” Oh, o esplendor dessa glória! Ela extasiará os corações dos Seus. E ela não termina aqui, porque a eternidade entoará os Seus louvores: “O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo!” Leitor, se queres gozar da glória de Cristo de hoje em diante, Ele deve ser glorioso aos seus olhos agora. Ele é assim glorioso para ti?


Tradução de Carlos António da Rocha

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