… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 10 de julho de 2017

10 de julho

William MacDonald
Um dia de cada vez
10 de julho

“Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sereis se as fizerdes.” (Jo 13:17, ARC, Pt)

Aqueles que ensinam e pregam a fé cristã devem praticar o que pregam. Estão obrigados a apresentar-se ante o mundo como um exemplo vivo da verdade. A vontade de Deus é que a Palavra se encarne nas vidas dos Seus.

O mundo impressiona-se mais pela ação do que pelas palavras. Não era isto o que Edgar Guest escreveu uma vez: “Preferiria antes ver um sermão do que escutá-lo”? É bem conhecido o dito sarcástico que diz: “O que és fala tão forte que não posso ouvir o que dizes!”

Dizia-se de um pregador que quando estava no púlpito as pessoas desejavam que nunca o deixasse; mas quando estava fora do púlpito, as pessoas desejavam que nunca subisse a ele.

H. A. Ironside dizia, “Nada sela mais os lábios que a vida”. De modo similar, Henry Drummond escreveu: “O homem é a mensagem”. Carlyle acrescentou o seu testemunho: “A vida santa é o melhor argumento que advoga por Deus numa era de atos... As palavras têm peso quando têm um homem por detrás delas”. E. Stanley Jones dizia: “A Palavra tem de encarnar-se em nós antes de que possa ser poder através de nós”. “Se prego o correto mas não o vivo, estou dizendo uma mentira a respeito de Deus”, dizia Oswald Chambers.
Certamente sabemos que o Senhor Jesus Cristo é o Único que encarna perfeitamente o que ensina. Não há contradição entre a Sua vida e a Sua mensagem. Quando os judeus Lhe perguntaram: “Quem és tu? Jesus lhes disse: Isso mesmo que já desde o princípio vos disse.” (Jo 8:25). A Sua conduta correspondia às Suas declarações. O nosso proceder deve ser assim cada vez mais.

Dois irmãos eram doutores, um era pregador e o outro médico. Um dia, uma mulher atormentada foi ver o pregador, mas não estava segura de qual dos doutores vivia ali. Quando o pregador abriu a porta, ela perguntou-lhe: “É você o doutor que prega ou o que pratica?” A pergunta impressionou-o, fazendo-lhe ver a necessidade de ser um exemplo vivo do que ensinava.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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