… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 11 de julho de 2017

11 de julho

C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
11 de julho

“E todo aquele que vive, e crê em Mim, nunca morrerá. Crês tu isto?” (Jo 11:26, ARC, Pt)

Sim, Senhor, nós cremo-lo; nunca morreremos. A nossa alma poderá ser separada do nosso corpo, e isto é um tipo de morte; mas a nossa alma nunca será separada de Deus, o que é a morte verdadeira —a morte com a qual foi ameaçado o pecado— a sentença da pior morte que pode ocorrer. Nós cremos isto, indubitavelmente, pois, quem nos separará do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso SENHOR? Somos membros do Corpo de Cristo; perderá Cristo os membros do Seu corpo? Estamos casados com Jesus; poderia Ele perder-nos e enviuvar? Isso não é possível. Há uma vida dentro de nós que não é suscetível de ser separada de Deus: sim, e o Espírito Santo mora em nós, e, como podemos, então, morrer? Jesus, Ele mesmo, é a nossa Vida, e portanto, não há morte para nós, porque Ele não pode morrer outra vez. NEle morremos uma vez para o pecado, e a sentença capital não pode ser executada uma segunda vez. Vivemos agora e vivemos para sempre. A recompensa da justiça é a vida eterna, e nós não temos nada menos do que a justiça de Deus, e por isso temos direito à mais excelsa recompensa (e portanto podemos reclamar a recompensa mais alta).

Vivendo e crendo, nós cremos que viveremos e gozaremos. Por consequência, vamos adiante, com (a) plena certeza de que nossa vida está segura na nossa Cabeça Vivente (Viva).


Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: