… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 16 de julho de 2017

16 de julho

Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras de
C. H. Spurgeon

16 de julho O HOMEM CONSAGRADO

“Avisa os que são ricos em bens deste mundo para que não se envaideçam nem ponham a sua esperança numa riqueza que não é segura. Confiem antes em Deus que põe todas as coisas à nossa disposição para nossa satisfação. Que eles pratiquem o bem, que sejam ricos em boas acções, generosos e amigos de partilhar com os outros.” (1Tm 6:17-18, BPT, Pt)

Cada filho de Deus é um homem consagrado. A sua consagração não se identifica com nenhum símbolo externo; não nos é ordenado que deixemos crescer o cabelo, ou que nos abstenhamos de determinadas comidas ou bebidas. O Cristão é um homem consagrado, mas os seus semelhantes não vêem a sua consagração, exceto os atos que são o resultado que produz.

“Sem embargo“, diz alguém, “podemos consagrar-nos a Cristo? Eu pensava que isso era tão somente para os ministros”. Oh, não, meus irmãos, todos os filhos de Deus devem ser homens consagrados. A que te dedicas? Estás envolvido no mundo dos negócios? Se és o que professas ser, o teu negócio tem de estar consagrado a Deus. Quiçá não tenhas família, estás envolvido no comércio e em cada ano economizas uma soma considerável. Mas deixa-me contar-te o exemplo de alguém completamente consagrado a Deus. Em Bristol vive um homem cujos lucros são grandes e, o que faz com eles? Trabalha continuamente nos negócios para obter lucros, porém, anualmente dedica todos esses lucros à causa do Senhor, exceto aquilo que é requerido para cobrir as necessidades da vida. Faz com que as suas necessidades sejam tão poucas como é possível, de modo que tenha mais para poder dar. Ele é um homem de Deus no seu negócio. Irmãos, vós no vosso negócio deveis ser homens tão consagrados a Deus como o é o ministro no seu púlpito; podeis fazer das vossas transações diárias um solene serviço para Deus.



Através da Bíblia num ano: Ed 4-7



 Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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