… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 17 de julho de 2017

17 de julho


C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
17 de julho

“Que nenhum deles escape.” (1Rs 18:40, ARC, Pt)

QUANDO o profeta Elias recebeu a resposta à sua oração e o fogo do céu consumiu o sacrifício em presença de todo o povo, ele pediu aos israelitas reunidos que prendessem os sacerdotes de Baal e clamou severamente: “Que nenhum deles escape.” Elias fê-los descer ao ribeiro de Quisom e ali os matou. Assim deve acontecer com os nossos pecados: todos eles estão votados à morte e não devem ser tolerados. Os nossos pecados favoritos devem morrer. Não lhe perdões por muito que te roguem. Fere-os, ainda que te sejam tão queridos como Isaac. Fere-os, porquanto Deus jogou um golpe ao pecado quando este foi posto sobre o Seu próprio Filho. Com uma resolução muito firme deves condenar à morte o pecado que uma vez foi o ídolo do teu coração. Perguntas tu como deves realizar isto? Jesus será o teu poder. Para derrotar o pecado contas com a graça que te foi dada no pacto da graça. Tu dispões de força para obter a vitória na cruzada contra as luxúrias secretas, porque Cristo Jesus prometeu estar contigo até ao fim. Se tu queres triunfar sobre as trevas, põe-te em presença do Sol de Justiça. Não há lugar mais adaptado para descobrir o pecado e livrar-se do seu poder e culpa do que a imediata presença de Deus. Job nunca soube como livrar-se do pecado até que o olho da sua fé descansou em Deus, e então ele aborreceu-se a si mesmo e arrependeu-se no pó e na cinza. O ouro fino do Cristão torna-se com muita frequência pouco perceptível. Nós necessitamos de fogo sagrado para que consuma a escória. Que nós recorramos ao nosso Deus; Ele é um fogo consumidor. Ele não consumirá o nosso espírito, mas os nossos pecados. Que a bondade de Deus nos leve a um zelo sagrado e a uma vingança santa contra aquelas iniquidades que são odiosas na Sua presença. Parte para combater a Amalec, no poder de Deus, e destrói completamente o seu bando maldito. Que nenhum deles escape.

Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: