… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 18 de julho de 2017

18 de julho

Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
18 de julho • O MISTÉRIO DE CRER

“E ele disse: Quem és, Senhor?” (At 9:5, ARC, Pt)

Através do milagre da redenção, Saulo de Tarso foi convertido instantemente de um fariseu obstinado e violento para um servo humilde e devoto do Senhor Jesus.

Não há nada de milagroso ou de misterioso sobre as coisas que nós podemos explicar. Nós controlamos o que somos capazes de explicar, consequentemente, é natural procurarmos uma explicação para tudo. Não é natural obedecer, apesar de tudo não é necessariamente pecaminoso desobedecer. Não pode haver desobediência real, nem qualquer virtude moral na obediência, a menos que uma pessoa reconheça a autoridade superior de alguém que dá as ordens. Se esse reconhecimento não existe, até mesmo quem dá as ordens pode ver a desobediência da outra pessoa como um acto de emancipação. Se alguém controla outro, dizendo-lhe: “Tu tens de fazer isto”, e: “farás aquilo”, ele quebranta o espírito humano, tornando-o incompetente para Deus. Um ser humano é escravo da obediência, a menos que por trás da sua obediência esteja o reconhecimento de um Deus santo.

Muitas pessoas começam a aproximar-se de Deus logo que deixam de ser religiosas, porque só existe um Senhor do coração — Jesus Cristo, e não a religião. Mas “Ai de mim” se, depois de O ver ainda não Lhe obedeço! (Isaías 6:5, ver também Isaías 6:1). Jesus nunca insistirá para que eu obedeça, mas se eu não o faço, já eu comecei a assinar a certidão de óbito para o Filho de Deus na minh’alma. Quando me enfrento cara a cara com Jesus Cristo e Lhe digo: “Eu não obedecerei”, Ele jamais insistirá comigo. Mas quando eu faço isso, estou afastando o poder regenerador da Sua redenção. Se me exponho à luz, perante a graça de Deus o grau da minha pecaminosidade não terá nenhuma importância. Mas “Ai de mim” se eu não aceito a luz (ver Jo 3:19-21).


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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