… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 2 de julho de 2017

2 de julho


Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
2 de julho  AS CONDIÇÕES DO DISCIPULADO

“Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, … E, qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, … Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.” (Lc 14:26-27, 33, ARC, Pt)

Se os relacionamentos mais íntimos na vida de um discípulo são incompatíveis com as reivindicações de Jesus Cristo, então nosso Senhor exige obediência imediata a Si mesmo. Discipulado significa devoção pessoal, apaixonada a uma Pessoa— a nosso Senhor Jesus Cristo. Há uma grande diferença entre a devoção a uma pessoa e a devoção a uns princípios ou a uma causa. Nosso Senhor nunca proclamou uma causa — Ele proclamou a devoção pessoal para si mesmo.

Ser um discípulo é ser um escravo dedicado motivado por amor ao Senhor Jesus. Muitos de nós que nos consideramos a nós mesmo Cristãos não estamos verdadeiramente dedicados a Jesus Cristo. Ninguém no mundo tem esse amor apaixonado pelo Senhor Jesus a não ser que o Espírito Santo lho tenha dado. Podemos admirá-Lo, podemos respeitá-Lo e podemos reverenciá-Lo, porém, não O podemos amar por nós mesmos. O Único que ama realmente o Senhor Jesus é o Espírito Santo, e é Ele quem tem “derramado em nossos corações”, o próprio “amor de Deus” (Rm 5:5). Sempre que o Espírito Santo vê uma oportunidade para glorificar a Jesus através de ti, Ele tomará todo o teu ser e far-te-á arder em chamas com uma devoção ardente a Jesus Cristo.

A vida cristã é uma vida caracterizada pela criatividade verdadeira e espontânea. Consequentemente, um discípulo está sujeito à mesma acusação que foi feita contra Jesus Cristo, ou seja, a acusação de inconsistência. Mas Jesus Cristo foi sempre consistente na Sua relação com Deus, e um Cristão deve ser coerente na sua relação com a vida do Filho de Deus que há nele, e não deve ser coerente com as doutrinas rigorosos e inflexíveis. As pessoas dedicam-se às suas próprias doutrinas, e Deus tem de destruir-lhes as suas ideias pré-concebidas antes que possam começar a dedicar-se a Jesus Cristo.


Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: