… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 23 de julho de 2017

23 de julho

C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas
23 de julho

“O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” (1Jo 1:7, ARC, Pt)

“PURIFICA”, diz o texto, não “purificará.” Há multidões que pensam que o obter perdão é assunto para o dia da morte. Oh! Quão imensamente melhor é eu ter purificação agora do que depender da simples possibilidade de obter perdão quando eu morrer! Alguns pensam que um sentido de perdão só se pode obter depois de muitos anos de experiência cristã. Mas o perdão de pecados é algo presente, um privilégio para hoje, um gozo para esta mesma hora. Logo que um pecador confia em Jesus ele é completamente perdoado. O texto, que está escrito no presente, indica também continuação. Ontem ele dizia “purifica”; hoje ele diz “purifica”; amanhã ele irá “purifica.” E será sempre assim contigo, Cristão, até que cruzes o rio. A cada momento tu podes aproximar-te desta fonte, porquanto ela ainda purifica. Presta atenção, além disso, à perfeição desta purificação: “O sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo pecado”, não só do pecado, mas também de “todo pecado.” Leitor, eu não posso descrever-te a grande doçura desta palavra, mas eu rogo a Deus que o Espírito Santo te faça provar dela. Múltiplos são os nossos pecados contra Deus. Quer a conta, seja grande ou pequena, o mesmo pagamento pode pagar tanto uma como outra completamente. O sangue de Jesus Cristo é um pagamento tão bendito e divino para as transgressões do blasfemo Pedro como para os defeitos do amoroso João. As nossas iniquidades desapareceram, todas desapareceram imediatamente e todas desapareceram para sempre. Bendita perfeição! Que tema agradável para uma pessoa continuar pensando nele, enquanto ela mesma se entrega ao descanso!

“Jesus purifica-me dos pecados contra Deus,
Dos pecados contra as Suas justas leis,
Dos pecados contra o Seu amor e o Seu sangue,
Dos pecados contra o Seu nome e a Sua causa,
Dos pecados imensos como o mar.
De todos eles Ele me limpa.”


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

1 comentário:

lui disse...

Glórias a Ele! Sem a Sua Graça, que nos concede tamanho perdão, nada seríamos.Onde estaríamos agora,se Ele não nos olhasse com ternura e compaixão?