… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 25 de julho de 2017

25 de julho

Oswald Chambers
My Utmost for His Highest

25 de julho  SOU ASSIM BEM-AVENTURADO?

“Bem-aventurados os …” (Mt 5:3-11, ARC, Pt)

Quando começamos a ler as declarações de Jesus, elas parecem maravilhosamente simples e nada surpreendentes, e eles passam despercebidas às nossas mentes subconscientes. Por exemplo, as bem-aventuranças bíblicas inicialmente parecem ser meramente preceitos suaves e bonitos para as pessoas excessivamente espirituais e aparentemente inúteis, mas de muito pouca utilidade para os duros e laboriosos dias do mundo em que vivemos. Contudo, logo descobrimos, que as bem-aventuranças bíblicas contêm a “dinamite” do Espírito Santo. E elas “explodem” quando as circunstâncias das nossas vidas as conseguem fazer detonar. Quando o Espírito Santo nos traz à lembrança uma das bem-aventuranças bíblicas, podemos dizer: “Que declaração tão surpreendente!” Então devemos decidir se vamos aceitar ou não a tremenda agitação espiritual que se produzirá nas nossas circunstâncias, se obedecemos às Suas palavras. Esta é a maneira como o Espírito de Deus opera. Não é preciso que tenhamos nascido de novo para se aplicar literalmente o Sermão da Montanha. A interpretação literal do Sermão da Montanha é tão fácil como uma brincadeira de criança. Mas a interpretação dada pelo Espírito de Deus, quando Ele aplica as declarações do Senhor às nossas circunstâncias é o trabalho rigoroso e difícil de um santo.

Os preceitos de Jesus estão todos fora de proporção quando comparados com a nossa maneira natural de olhar para as coisas, e eles vêm até nós, inicialmente, com desconforto surpreendente. Nós temos de conformar a nossa caminhada e conversação com os preceitos de Jesus Cristo gradualmente, como o Espírito Santo os aplica às nossas circunstâncias. O Sermão do Monte não é um conjunto de regras e regulamentos, é uma ilustração da vida que viveremos quando o Espírito Santo tiver o Seu caminho livre em nós.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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