… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 26 de julho de 2017

26 de julho


C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
26 de julho

"E acontecerá, naquele dia, diz o Senhor, que me chamarás: Meu marido; e não me chamarás mais: Meu Baal. E da sua boca tirarei os nomes de Baalim, e os seus nomes não virão mais em memória." (Os 2 :16-17, ARC, Pt)

Esse dia chegou. Vemos o nosso Deus não mais como Baal, nosso tirano senhor e poderoso amo, pois não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça. Agora pensamos em Jeová, nosso Deus, como nosso Ishi, nosso amado marido, nosso SENHOR em amor, o nosso parente chegado pelos laços de um sagrado parentesco. Não O reverenciamos menos, mas amá-Lo mais. Não O servimos com menos obediência, mas servi-Lo por uma razão maior e mais cativante. Nós já não trememos debaixo do Seu azorrague, mas regozijamo-nos Seu amor. O escravo tornou-se filho e a tarefa prazer.

É assim contigo, prezado leitor? Tem a graça expulso o temor servil e tem implantado o amor filial? Quão felizes somos com tal experiência! Agora consideramos o domingo uma delícia, e a adoração nunca é um enfado. A oração é agora um privilégio, e o louvor é um dia de festa. Obedecer é o céu, dar para a causa de Deus é um banquete. Desta maneira todas as coisas se tornaram novas. A nossa boca está cheia de hinos e o nosso coração de música. Bendito seja o nosso Marido celestial para todo o sempre.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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