… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 3 de julho de 2017

3 de julho


William MacDonald
Um dia de cada vez
3 de julho


“Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos.” (Hb 13:2, ARC, Pt)

A hospitalidade não é tão somente uma obrigação sagrada: “Não vos esqueçais da hospitalidade”; leva consigo a promessa de surpresas gloriosas: “Por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos”.

Para Abraão, tudo começou como num dia habitual. Repentinamente, três homens apareceram ante ele quando estava sentado à porta da sua tenda. O patriarca reagiu com a maneira habitual do médio oriente: lavou-lhes os pés, dispôs um lugar fresco de descanso para eles sob uma árvore, foi ao rebanho buscar um bezerro, pediu a Sara que preparasse alguns pães e em seguida serviu-lhes uma comida sumptuosa.

Quem eram estes homens? Dois deles eram anjos; o terceiro era o Anjo de SENHOR. Cremos que o Anjo do SENHOR era o Senhor Jesus aparecendo como Homem (ver Gn 18:13 onde o anjo é chamado “SENHOR”).

Desta maneira Abraão hospedou não somente anjos, mas albergou o próprio SENHOR numa das Suas muitas aparições da pré-encarnação. E podemos ter o mesmo privilégio, ainda que nos pareça surpreendente!

Quantas famílias cristãs podem atestar das bênçãos recebidas por hospedar nas suas casas homens e mulheres piedosos. Os filhos da casa que os viram passar ao longo das suas vidas foram grandemente impressionados por Deus. O zelo pelo SENHOR foi reavivado, os corações entristecidos foram confortados e os problemas foram resolvidos. Quanto devemos a estes “anjos” cuja presença é uma bênção no lar!

Mas, é também nosso privilégio incomparável ter o Senhor Jesus como hóspede. Sempre que recebemos alguém do Seu povo em Seu Nome, é como se O recebêssemos a Ele (Mt 10:40). Se realmente cremos nisto, gastar-nos-emos e deixar-nos-emos gastar no maravilhoso ministério da hospitalidade como nunca antes. Hospedando-nos “uns aos outros sem murmurações” (1Pe 4:9), e tratando a cada convidado como trataríamos a Cristo mesmo. Então, os nossos lares serão como o de Maria e de Marta, em Betânia, onde Jesus gostava de estar.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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