… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 3 de julho de 2017

3 de julho

C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
3 de julho

“Ele será nosso guia até à morte.” (Sl 48:14, ARC, Pt)

Necessitamos de um guia. Por vezes daríamos tudo o que possuímos para que se nos dissesse, exatamente, o que fazer, e onde nos dirigirmos. Estamos dispostos a fazer que é o reto, mas não sabemos qual de dois caminhos havemos de seguir. Oh, anelamos (se tivéssemos) um guia!

O SENHOR nosso Deus condescende em servir-nos como Guia. Ele conhece o caminho, e, guiar-nos-á até chegarmos em paz, ao fim da nossa viagem. De facto não desejamos direção mais infalível. Ponhamo-nos absolutamente sob a Sua orientação, e nunca erraremos o nosso caminho. Façamos dEle o nosso Deus, e descobriremos que Ele é o nosso guia. Se seguirmos a Sua lei, não perderemos o caminho direito da vida, desde que primeiro aprendamos a apoiar-nos nEle em cada passo que dermos.

O nosso consolo é que, visto que Ele é o nosso Deus para todo o sempre, jamais Ele cessará de estar connosco como o nosso guia. “Até à morte” nos conduzirá, e depois moraremos com Ele eternamente, e daí não sairemos jamais. Esta promessa de direção divina implica uma segurança vitalícia: salvação imediatamente, direção até à nossa última hora, e, depois, bênção ilimitada (perpétua). Não devia cada um procurar isto (estas bênçãos) na juventude, regozijar-se nisso (nelas) na idade adulta, e descansar nisso (nelas) na velhice? Que neste dia, olhemos para cima em busca de direção, antes de nos aventurarmos para fora (a sair) de casa.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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