… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 5 de julho de 2017

5 de julho

C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas
5 de julho

“Confiai no SENHOR perpetuamente; porque o SENHOR Deus é uma rocha eterna.” (Is 26:4, ARC, Pt)
JÁ QUE temos tal Deus em quem confiar, descansaremos nEle de forma absoluta. Eliminemos resolutamente toda a nossa incredulidade e esforcemo-nos por nos livrar de dúvidas e temores, que tanto prejudicam o nosso bem-estar, já que não há nenhuma desculpa para temer onde Deus é a base da nossa confiança. Um pai amoroso sentir-se-ia muito aflito se o seu filho não confiasse nele. E, quão pouco generosa, quão pouco amável é a nossa conduta quando pomos tão pouca confiança no nosso Pai celestial, que nunca nos faltou e que nunca nos faltará! Se a desconfiança fosse desterrada da família de Deus, seria um grande bem; mas, deve temer-se aquela velha Incredulidade que é tão ágil nos nossos dias como foi quando o salmista perguntava: “Cessou para sempre a sua benignidade? E não tornará a ser favorável?” David não tinha provado por muito tempo a poderosa arma do gigante Golias, mas, entretanto, disse: “Não há nenhuma como ela.” Ele tinha-a provado uma só vez na hora da sua vitória juvenil e ela tinha demonstrado ser de bom metal; e, por isso, ele a elogiou desde então. Da mesma forma deveríamos nós falar bem do nosso Deus, pois não há ninguém como Ele nem no Céu nem na Terra. “A quem pois Me fareis semelhante, para que lhe seja semelhante? diz o Santo.” Não há outra rocha semelhante à rocha de Jacob. Os nossos próprios inimigos testificam isto. Nunca permitiremos que as dúvidas vivam em nossos corações; antes, prenderemos a esse detestável bando como fez Elias com os profetas de Baal, e os degolaremos no ribeiro. E para o matar, escolheremos a corrente que brota do flanco ferido do nosso Salvador. Nós temos passado por muitas provas, mas, nunca fomos lançados, até este momento, num lugar onde não pudéssemos achar em nosso Salvador tudo o que necessitávamos. Então, que nós tomemos ânimo para confiar no SENHOR para sempre, seguros de que a Sua eterna fortaleza será, como já tem sido, nosso socorro e nosso suporte.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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