… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 6 de julho de 2017

6 de julho

C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
6 de julho


“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigénito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3:16, ARC, Pt)

De todas as estrelas do céu, a Estrela Polar é a mais útil para o marinheiro. Este versículo é uma estrela polar, porque ele tem guiado mais almas à salvação, do que qualquer outra Escritura. É, entre as promessas, o que a Ursa Maior é entre as constelações.

Várias palavras nele brilham com esplendor peculiar. Aqui temos o amor de Deus, com um “de tal maneira” incorporado, que assinala a sua grandeza sem limites. Depois temos o dom de Deus em toda a Sua generosidade e grandeza. Este também é o Filho de Deus, esse dom único e inapreciável de um amor que não Se podia manifestar completamente, até que o Unigénito do Céu tivesse sido enviado para viver e morrer pelos homens. Estes três pontos estão cheios de luz.



Em seguida está o simples requisito de crer, que graciosamente aponta para um caminho de salvação apropriado para os homens (a humanidade) culpados. Isto está apoiado por uma ampla descrição: “todo aquele que nEle crê.” Muitos, que se teriam sentido excluídos por uma palavra mais estreita, encontraram lugar em “todo aquele”. Então temos a grande promessa, de que os crentes em Jesus não perecerão, mas terão a vida eterna. Isto é animador para todo o homem que (se) sente que está a ponto de perecer, e que não se pode salvar a si mesmo. Nós cremos no SENHOR Jesus, e temos a vida eterna.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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