… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 7 de julho de 2017

7 de julho


C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
7 de julho


“Cantai louvores, ó Céus, e alegra-te Terra; e prorrompei em louvores, ó montes, porque o SENHOR consolou o Seu povo, e dos Seus aflitos terá misericórdia.” (Is 49:13, RV60)

São tão doces os confortos do SENHOR, que não só os próprios santos podem cantá-los (podem cantar a respeito deles), mas até os Céus e a Terra podem associar-se a esse cântico. É preciso muita coisa para fazer com que um monte cante; e, não obstante, o profeta convoca um coro inteiro deles. Ele quer pôr a cantar o Líbano e o Sirion, e aos altos montes de Basan e de Moab, a todos eles, por causa da graça do Senhor para com a Sua própria Sião. Não podemos nós também fazer com que os montes da dificuldade, da provação, da mistério e do trabalho se tornem ocasiões para louvar(mos) o nosso Deus? “Prorrompei em louvores, ó montes!”

Esta palavra de promessa, que o nosso Deus terá misericórdia para com os Seus aflitos, tem um repique completo de campainhas associado com ela. Prestai atenção à sua música: “Cantai!”, “Alegre-te!”, “Prorrompei em louvores.” O SENHOR quer que o Seu povo seja feliz devido ao Seu amor que não falha. Não quer que estejamos tristes nem duvidosos; Ele exige de nós a adoração de corações crentes. Ele não pode faltar-nos (ser-nos insuficiente ou deficiente; desamparar-nos): por que razão haveríamos de suspirar ou estar de mau humor como se Ele assim o fizesse? Oh, anelamos ter (que tenhamos) uma harpa bem afinada! Oh, anelamos ter (que tenhamos) vozes como as dos querubins diante do trono!

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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