… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 8 de julho de 2017

8 de julho

C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas
8 de julho

“Guia-me na tua verdade e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação; por ti estou esperando todo o dia.” (Sl 25:5, ARC, Pt)

QUANDO o crente tem começado a andar nos caminhos do Senhor com pés trémulos, ele suplica ainda para ser levado para diante como uma criancinha que é apoiada pela mão de seus pais, e ele anseia por ser mais instruído no alfabeto da verdade. Ensino experimental é a petição desta oração. David sabia muito, mas ele sentia a sua ignorância e desejava estar ainda na escola do Senhor. Quatro vezes em dois versículos ele solicita instrução no colégio da graça. Seria bom que muitos que professam ser Cristãos, em vez de seguir os seus próprios planos e de traçar novas normas de pensamento para si mesmos, perguntassem pelos bons caminhos antigos da verdade de Deus e rogassem ao Espírito Santo que lhes desse entendimentos santificados em espíritos dóceis. “Pois Tu és o Deus da minha salvação.” O trino Jeová é o Autor e o Consumador da salvação do Seu povo. Leitor, Ele é o Deus da tua salvação? Achas, na eleição do Pai, na expiação do Filho e na vivificação do Espírito, todas as bases das tuas eternas esperanças? Se é assim, tu podes invocar isto como um argumento para obter mais bênçãos. Se o Senhor tem determinado salvar-te, Ele não recusará, certamente, instruir-te nos Seus caminhos. É uma coisa ditosa quando nós podemos dirigir-nos ao Senhor com a mesma confiança que David manifesta aqui, pois ela dá-nos grande poder na oração e conforto nas provas. “Por Ti estou esperando todo o dia.” A paciência é a criada formosa e filha da fé; nós aguardamos com alegria quando estamos certos de que não aguardamos em vão. É nosso dever e privilégio aguardar o Senhor todos os dias da nossa vida, com adoração, com esperança e com confiança. A nossa fé será uma fé provada, e, se ela é de genuína qualidade, ela suportará contínuas provas sem render-se. Nós não nos cansaremos de esperar em Deus, se nós nos recordamos por quanto tempo e quão graciosamente Ele esperou por nós uma vez.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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