… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 11 de julho de 2017

11 de julho

C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas
11 de julho

“Fazei sobre isto uma narração a vossos filhos, e vossos filhos, a seus filhos, e os filhos destes, à outra geração.” (Jl 1:3, ARC, Pt)


NESTA forma simples, deve sempre conservar-se no país, pela graça de Deus, um testemunho vivo a favor do Evangelho. Os amados do Senhor devem transmitir os seus testemunhos a favor do Evangelho e do pacto aos seus herdeiros, e estes, por sua vez, aos seus descendentes imediatos. Este é nosso primeiro dever. Temos de começar na nossa própria família. É um mau pregador aquele que não começa o seu ministério no lar. Os pagãos têm de ser procurados por todos os meios e as calçadas e os valados têm de ser explorados, mas o lar tem prioridade e ai! Daqueles que invertem a ordem das disposições do Senhor. Ensinar os nossos filhos é um dever pessoal. Não podemos delegar este dever nos professores da Escola Dominical ou noutras ajudas amigáveis. Estes podem auxiliar-nos, mas não livrar-nos da sagrada obrigação. Procuradores e padrinhos são recursos perniciosos para este fim. As mães e os pais devem, como Abraão, governar as suas famílias no temor de Deus e falar com os seus filhos das maravilhosas obras do Altíssimo. O ensino paternal é um dever natural. Quem mais apropriado para velar pelo bem-estar de seus filhos do que os progenitores? Descuidar-se a instrução de nossos filhos é brutal. A religião familiar é necessária para a nação, para a própria família e para a Igreja de Deus. Com mil ardis, o Papismo está avançando dissimuladamente na nossa terra. E um dos meios mais efetivos para resistir à sua irrupção está quase esquecido, isto é, a instrução dos filhos na fé. Oh, que os pais cheguem a ter um sentido exato da importância deste assunto. É um dever agradável falar de Jesus aos nossos filhos e filhas e tanto mais porque este trabalho tem demonstrado ser frequentemente uma obra aceita, visto que Deus tem salvo os filhos por meio das orações e admoestações dos pais. Que cada lar onde este livro entre honre ao Senhor e receba o Seu sorriso.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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