… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 6 de agosto de 2017

6 de agosto

“Aos Pés Do Mestre”
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras 
de
C. H. Spurgeon

6 de agosto A HERANÇA DO CRENTE

“Bendito seja o Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo, para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos. Para uma herança incorruptível, incontaminável, e que se não pode murchar, guardada nos céus para vós.” (1Pe 1:3-4, ARC, Pt)

Pois bem, uma herança não é algo que se compre com dinheiro, nem ganhe com alguma obra, nem se conquiste. Se um homem tiver uma herança, no sentido reto da palavra, tem-na desde o seu nascimento. Não foi por nenhum mérito especial que este tivesse, mas que simplesmente recebeu a propriedade que agora possui por ser o filho de seu pai. Assim acontece com o Céu. O homem que receba esta herança gloriosa não a obterá pelas obras da lei, nem pelos esforços da carne, é-lhe dada como um direito que recebe por graça porque o “gerou de novo, para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos” (1Pe 1:3, ARC, Pt) e assim se converte num herdeiro do Céu tanto por sangue como por nascimento.

Os que vão à glória são os filhos, pois não está escrito, que o Autor da nossa salvação “assim conduzisse os seus muitos filhos à glória” (Hb 2:10, aBÍBLIAparatodos, Edição Comum, Pt)? Não vão ali como servos, nenhum servo tem direito a receber a herança do seu senhor. Não importa quão fiel sejas, não és o herdeiro do teu amo. Mas devido a que vós sois filhos –filhos pela adoção de Deus, filhos pela regeneração do Espírito– já que graças a uma energia sobrenatural haveis nascido de novo, vos converteis em herdeiros da vida eterna e entrais nas mansões que o nosso Pai celestial tem nos Céus. Então, quando pensarmos no Céu, pensemos nele como um lugar que é nosso e num estado que desfrutaremos como resultado do nascimento, não das obras.

Através da Bíblia num ano: Jb 33-36




Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizado exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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