… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 10 de setembro de 2017

10 de setembro

Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras 
de
C. H. Spurgeon
10 de setembro – O LADRÃO QUE CREU

“E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.” (Lc 23:42, ARC, Pt)

Nota que este homem creu em Jesus Cristo quando literalmente O viu sofrendo a morte de um malfeitor sob as circunstâncias mais vergonhosas possíveis. Tu nunca te hás dado conta do que significa ser crucificado. Isso vai para além da nossa experiência. Este homem viu-O com os seus próprios olhos e chamar “Senhor” a quem estava pendurando num madeiro, foi um grande triunfo de fé. Dizer-Lhe que o recordasse quando entrasse no Seu reino, apesar de O ver sangrando e a ponto de morrer, foi um significativo ato de confiança, um nobre ato de fé.

Recorda também que nesse momento, quando o ladrão confiou em Jesus, todos os Seus discípulos O tinham abandonado e tinham fugido. Talvez João estivesse observando a uma certa distância e que algumas santas mulheres estivessem um pouco mais longe, mas nenhum esteve presente para ver morrer a Jesus. Judas vendeu-O, Pedro negou-O e o resto abandonou-O. Foi então que o ladrão moribundo chamando-Lhe “Senhor” Lhe disse: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no Teu reino”. A isso eu chamo uma fé gloriosa. Alguns de vós não acreditais, apesar de estardes rodeados de amigos cristãos, apesar de que podeis ver o testemunho daqueles que estão ao vosso lado. Não obstante, aquele homem que estava sozinho, implora a Jesus e chama-Lhe seu Senhor! Depois de Jesus morrer o centurião creu, mas antes, este ladrão foi o único que confessou a fé e se aferrou ao Salvador quando não havia ninguém mais que dissesse “Ámen” ao que ele havia dito.

A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: 103-106

Tradução de Carlos António da Rocha
Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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