… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 25 de setembro de 2016

25 de setembro

Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
25 de setembro O “VAI” DO RELACIONAMENTO
“E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.” (Mt 5:41, ARC, Pt)

O ensino do nosso Senhor pode ser resumido no seguinte: a relação que Ele exige para nós é uma coisa impossível, a menos que Ele tenha feito uma obra sobrenatural em nós. Jesus Cristo exige que os Seus discípulos não tolerem nem mesmo o menor vestígio de ressentimento no seu coração, quando confrontados com a tirania e a injustiça. Não há entusiasmo suficiente que possa suportar a tensão que Jesus Cristo impõe ao Seu servo. Somente uma coisa suportará a pressão, e isso é uma relação pessoal com Jesus Cristo — uma relação que tenha sido examinada, purificada e provada até que fique somente um propósito e que eu possa dizer verdadeiramente: “Eu estou aqui para Deus me mandar aonde Ele quiser.” Tudo o mais pode ficar ofuscado, mas nunca esta relação com Jesus Cristo.

O Sermão do Monte não é um ideal inatingível; é uma declaração do que acontecerá em mim quando Jesus Cristo tiver mudado a minha natureza, colocando a Sua própria natureza em mim. Jesus Cristo é o único que pode cumprir o Sermão do Monte.

Se quisermos ser discípulos de Jesus, devemos ser feitos discípulos sobrenaturalmente. E enquanto nós mantivermos conscientemente o firme propósito de sermos Seus discípulos, podemos estar certos de que não somos discípulos. Jesus diz: “Não Me escolhestes vós a Mim, mas Eu vos escolhi a vós …” (Jo 15:16, ARC, Pt). Assim é que começa o caminho da graça de Deus. É um constrangimento a que nunca podemos escapar, podemos desobedecer-lhe, porém nunca podemos começá-lo ou produzi-lo nós mesmos. Somos atraídos a Deus por uma obra da Sua graça sobrenatural e nunca poderemos voltar para trás para encontrar onde a obra começou. A feitura de um discípulo pelo nosso Senhor é um ato sobrenatural. Ele não constrói, de modo algum, sobre qualquer das nossas capacidades naturais. Deus não nos pede que façamos as coisas que são naturalmente mais fácil para nós— Ele só nos pede que façamos as coisas que somos perfeitamente aptos a fazer através da Sua graça, e é aí que a cruz, que devemos suportar, sempre aparece.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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