… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

26 de setembro


C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
26 de setembro
“Eis que este povo habitará só, e entre as nações não será contado.” (Nm 23:9, ARC, Pt)

Quem desejaria habitar entre as nações e ser contado entre elas, se a própria Igreja, que se professa cristã, apresenta-se de tal modo que é difícil seguir o SENHOR dentro dos seus limites? Tal é a mistura e a confusão, que suspiramos por uma cabana nalgum vasto deserto.


E o certo é que o SENHOR deseja que o Seu povo siga um caminho separado do mundo, e que saia dele determinada e distintamente. Fomos separados pelo decreto, pela redenção e vocação divinas, e a nossa íntima experiência tem-nos tornado muito diferentes dos homens do mundo. Consequentemente, o nosso lugar não é na «Feira da Vaidade», nem na «Cidade da Destruição», mas no caminho apertado onde todos os verdadeiros crentes seguem o seu SENHOR.



Isto deve levar-nos não só a resignarmo-nos ao desprezo e à indiferença dos homens, mas a aceitá-los com alegria, como parte da nossa porção do pacto. Os nossos nomes não estão registados no mesmo livro, nem somos da mesma semente, nem sequer frequentamos os mesmos lugares, nem estamos confiando no mesmo guia; portanto, bom é que não sejamos do seu número. Que unicamente sejamos achados entre os redimidos, e estaremos satisfeitos por sermos estranhos e solitários até ao fim.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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