… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 27 de setembro de 2016

27 de setembro



C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
27 de setembro
“Porque Tu acenderás a minha candeia.” (Sl 18:28, ARC, Pt)

Talvez a minha alma esteja assentada em trevas; e se estas são de uma natureza espiritual, nenhum poder humano pode trazer-me luz. Bendito seja Deus! Porque Ele pode iluminar as minhas trevas e pode acender a minha candeia imediatamente. Ainda que eu esteja rodeado de “trevas que se apalpem,” contudo, Ele pode dissipar a escuridão, e imediatamente fazer resplendor em redor de mim.

A misericórdia consiste em que se Ele acende a candeia, ninguém a pode apagar, nem se apagará por falta de substância, nem se extinguirá completamente no lapso de umas horas. Os luminares que o SENHOR acendeu no princípio, estão reluzentes ainda. As candeias do SENHOR poderão necessitar de limpeza, mas Ele não as apaga.

Que me seja concedido, então, escutar o rouxinol cantar na escuridão. A expectação me proverá de música, e a esperança me dará o tom. Em breve me regozijarei com a candeia acesa por Deus. Agora estou débil e fatigado. Talvez seja das condições meteorológicas, ou da debilidade corporal, ou da surpresa de qualquer prova súbita; mas, seja qual for a causa das trevas, é só Deus quem poderá dar-me luz. Os meus olhos são só para Ele. Logo terei a candeia do SENHOR reluzindo ao redor de mim; e, mais adiante, em Seu próprio bom tempo, estarei onde eles não precisam de candeias, nem sequer da luz do Sol. Aleluia!



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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