… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

8 de setembro


William MacDonald
Um dia de cada vez
8 de setembro
“Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o.” (Ec 5:4, ARC, Pt)

Todos nós ouvimos do homem que quando se encontra num aperto faz uma promessa a Deus. Promete que se Deus o livra, confiará n’Ele, amá-Lo-á e O servirá para sempre. Mas quando escapa da crise, esquece a promessa e segue vivendo como antes.

Que lugar ocupam as promessas na vida de um cristão e que princípios se dão na Palavra sobre o tema?

Em primeiro lugar, não é necessário fazer promessas. Não nos manda fazê-las, mas, geralmente fazem-se de maneira voluntária em sinal de gratidão pelos Seus favores. A Bíblia instrui-nos a esse respeito em Deuteronómio 23:22, “Mas quando te abstenhas de prometer, não haverá pecado em ti.”

Segundo, devemos ser cuidadosos de não fazer promessas precipitadas, isto é, promessas que não seremos capazes de cumprir ou das que mais tarde nos poderíamos lamentar. Salomão adverte-nos: “Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o.” (Ec 5:4, ARC, Pt

Mas se fizermos uma promessa, devemos ser cuidadosos em cumpri-la. “Quando um homem fizer voto ao SENHOR, ou fizer juramento, ligando a sua alma com obrigação, não violará a sua palavra: segundo tudo o que saiu da sua boca, fará.” (Nm 30:2, ARC, Pt)” “Quando fizeres algum voto ao SENHOR teu Deus, não tardarás em cumpri-lo; porque o SENHOR teu Deus certamente o requererá de ti, e em ti haverá pecado.” (Dt 23:21, ARC, Pt) É melhor não prometer que prometer e não cumprir. “Melhor é que não prometa, e não que prometa e não cumpra” (Ec 5:5)

Pode haver casos excecionais onde seria melhor não cumprir uma promessa que continuar nela. Antes da sua conversão um homem pode ter feito votos numa falsa religião ou numa irmandade secreta. Se cumprir aqueles votos for contrário à Palavra de Deus, então deve obedecer às Escrituras, ainda à custa de romper os votos. Se estes votos consistiram simplesmente em não divulgar certos segredos, então deveria permanecer em silêncio referente a eles pelo resto da sua vida, ainda depois de haver-se separado da ordem.

Possivelmente as promessas que se rompem mais hoje em dia são os votos matrimoniais. Às solenes promessas feitas na presença de Deus liga-se muito pouco. Mas o mandato de Deus segue vigente: “ Quando fizeres algum voto ao SENHOR teu Deus, não tardarás em cumpri-lo; porque o SENHOR teu Deus certamente o requererá de ti.” (Dt 23:21)



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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