… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

30 de setembro


C. H. Spurgeon
Leituras Matutinas
30 de setembro
“Cantai a glória do Seu nome; dai glória ao Seu louvor.” (Sl 66:2, ARC, Pt)

NÃO tem sido deixado à nossa própria escolha o louvar ou não louvar a Deus. O louvor é o mais justo tributo devido a Deus, e cada cristão, como recipiente da Sua graça, está obrigado a louvar a Deus todos os dias. É certo que não temos nenhum preceito dogmático quanto ao louvor diário; não temos mandamentos que nos prescrevam determinadas horas para as dedicar ao canto e à ação de graças, porém, a lei escrita no coração ensina-nos que é justo louvar a Deus. O mandamento não escrito vem a nós com tanta força como se tivesse sido registado nas tábuas de pedra, ou enviado para nós desde o cume do trovejante Sinai. Sim, é dever do cristão louvar a Deus. Não só é um exercício agradável, mas é também a absoluta obrigação da sua vida. Não penses tu que sempre te estás lamentando, que nisto és inocente; nem suponhas que podes cumprir com o teu dever para com Deus, sem elevares cantos de louvor. Tu estás obrigado pelos vínculos do Seu amor a bendizer o Seu nome enquanto vivas, e o Seu louvor deverá estar sempre na tua boca; pois tu és abençoado com o fim de que bendigas o Seu santo nome. “A esse povo que formei para Mim; o Meu louvor relatarão”, e se tu não louvas a Deus, não estás dando o fruto que o Divino Lavrador tem direito a esperar das tuas mãos. Não pendures, pois, a tua harpa sobre os salgueiros, mas recolhe-a, e procura, com coração agradecido, fazer com que ela produza a sua melhor música. Levanta-te e canta os Seus louvores. Com o amanhecer de cada manhã, eleva as tuas notas de ação de graças; e que cada pôr do Sol seja acompanhado com a tua canção. Cinge a Terra com os teus louvores, e cerca-a com uma atmosfera melodiosa, e o próprio Deus, desde os Céus, escutará a tua música e aceitá-la-á.

“E assim Te amo e amarei
E para Teu louvor cantarei,
Porque Tu és o meu Deus terno
E o meu Rei redentor!”


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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