… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

12 de outubro


William MacDonald
Um dia de cada vez
12 de outubro
“Eis que todos vós, que acendeis fogo, e vos cingis com faíscas, andai entre as labaredas do vosso fogo, e entre as faíscas, que acendestes. Isto vos sobrevirá da Minha mão, e em tormentos jazereis.” (Is 50:11, ARC, Pt)

Há duas maneiras de fazer as coisas: uma correcta e outra incorrecta e isto é especialmente certo no que se refere a obter direção. O texto de hoje descreve o modo equivocado. Apresenta um homem que prepara uma fogueira e utiliza o fogo e as faíscas para iluminar o seu caminho.

Notemos que não se menciona uma única palavra a respeito de consultar ao Senhor. Nada aqui sugere que o homem tenha recorrido à oração. Confia absolutamente em que conhece a melhor maneira de fazer as coisas. Na sua arrogante independência apoia-se no seu próprio entendimento. Ou, como disse o incrédulo Henley, “é o amo do seu destino e o capitão da sua própria alma”.

Mas observemos as consequências! “De Minha mão lhes virá isto; em dor serão sepultados.” O homem que segue a sua própria direção encaminha-se para os problemas. Qualquer teimoso viverá para lamentá-lo. Aprenderá pela sua experiência que o caminho de Deus é o melhor.

O versículo anterior (v. 10) apresenta-nos o modo correto de obter esta direcção divina: “Quem há entre vós que tema ao SENHOR e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do SENHOR, e firme-se sobre o seu Deus.” Notemos três coisas a respeito deste homem.

Em primeiro lugar teme ao Senhor, no sentido em que não Lhe quer desagradar ou caminhar independentemente dEle. Segundo, obedece à voz do Servo de Deus, o SENHOR Jesus. Terceiro, está disposto a admitir que caminha na escuridão e que não tem luz. Reconhece que não sabe que caminho tomar.

O que deve fazer tal pessoa? Deve confiar no nome do Senhor e apoiar-se no seu Deus. Por outras palavras, deve reconhecer a sua própria ignorância, pedir ao Senhor que o guie e deve confiar por completo na direcção divina.

O Nosso Deus é um Deus de infinita sabedoria e amor. Sabe o que é o melhor para nós e planeia somente o que é para nosso bem.

Ele conhece-nos, ama-nos e cuida de nós.
Nada poderá obscurecer esta verdade.
Ele faz o melhor por aqueles
Que O deixam escolher por eles.



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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