… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

14 de outubro


William MacDonald
Um dia de cada vez
14 de outubro
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (Jo 8:32, ARC, Pt)

São muitos os que citam repetidamente este versículo, esquecendo-se de que ela faz parte de uma promessa condicional. O versículo anterior diz: “Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nEle: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis Meus discípulos.” (Jo 8:31, ARC, Pt) E, então, vem a promessa: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” Por outras palavras, o poder libertador da verdade depende de que permaneçamos na Sua palavra.

Não basta conhecer a verdade num sentido intelectual. Devemos obedecer-lhe e praticá-la. Quando vivemos segundo os preceitos da Bíblia, somos livrados de inumeráveis males.

Logo que obedecemos à chamada do Evangelho, somos livres da culpa e da condenação e somos introduzidos na liberdade dos filhos de Deus. Ficamos livres do pecado como nosso amo; já não estamos sob o seu domínio.

Somos libertados da lei. Não que fiquemos sem lei, mas, agora fomos feitos servos de Cristo. Daí em adiante é o amor do Salvador e não o temor do castigo o que nos motiva à santidade.

Desfrutamos de liberdade do temor porque o perfeito amor lança fora o temor. Agora Deus é o nosso amante Pai celestial e não um Juiz severo.

Somos livres da escravidão de Satanás. Já este não nos conduz mais ao seu capricho.

Somos livres da imoralidade sexual, tendo fugido da corrupção que há no mundo por causa da concupiscência.

Somos livres do falso ensino. A Palavra de Deus é a verdade e o Espírito Santo leva o Seu povo a toda a verdade e ensina-o a discernir entre a verdade e o erro. Todos aqueles que permanecem na Sua palavra são libertados da superstição e do domínio dos maus espíritos. Que emancipação é esta, ver-se livre do poder das forças demoníacas!

Somos libertados do temor da morte, porque o que antes era o rei do terror, agora, introduz a alma na presença do Senhor. O morrer é ganho!

Somos libertados de hábitos escravizantes, do amor ao dinheiro, da desesperança e do desespero. Daqui em diante a linguagem do nosso coração deve ser:

Humilde a Teus pés, SENHOR Jesus; esse é o meu lugar;
Ali aprendi doces lições, a verdade que me liberta.
Livra-me de mim mesmo, a verdade que dos homens me resgata;
As cadeias da mente que uma vez me atavam jamais outra vez, me cingirão.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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