… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 15 de outubro de 2016

15 de outubro


William MacDonald
Um dia de cada vez
15 de outubro
“Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis Eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!” (Mt 23:37, ARC, Pt)

Esta foi denominada a oportunidade perdida. Significa que o povo que se vê favorecido com uma visita maravilhosa, uma oportunidade gloriosa, mas deixa-a passar, sem mais.

Isto é o que aconteceu a Jerusalém. O Filho de Deus encarnado caminhou pelas suas ruas poeirentas. Os seus edifícios tintos de ocre viram passar com desprezo o Criador e Sustentador do Universo. O povo escutou as Suas inigualáveis palavras e viu-O fazer milagres que nenhum outro homem jamais tinha feito. Mas não O apreciaram nem O receberam.

As coisas ter-lhes-iam sido muito melhor se tivessem obrado de outro modo. Se as condições tivessem sido como as que se descrevem no Salmo 81:13-16, “Oh! se o Meu povo me tivesse ouvido! Se Israel andasse nos Meus caminhos! Em breve abateria os seus inimigos, e viraria a Minha mão contra os seus adversários. Os que odeiam ao SENHOR ter-se-lhe-iam sujeitado, e o seu tempo seria eterno. E o sustentaria com o trigo mais fino, e o fartaria com o mel saído da rocha.”

Isaías descreve também o que podia ter sido. “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos Meus mandamentos, então seria a tua paz como o rio, e a tua justiça como as ondas do mar! Também a tua descendência seria como a areia, e os que procedem das tuas entranhas como os seus grãos; o seu nome nunca seria cortado nem destruído de diante de Mim.” (Is 48:18-19, ARC, Pt)

Bret Farte escreveu: “De todas as palavras faladas ou escritas, as mais tristes são: “Podia ter sido”.

Pensemos naqueles que rejeitaram a chamada do Evangelho. Jesus de Nazaré passou por entre eles, todavia, eles mas não fizeram caso. Agora, vivem vidas vazias e enfrentam uma eternidade de perdição. Pensemos também naqueles crentes que ouviram a chamada de Cristo para alguma esfera específica de serviço, mas não responderam. Não têm ideia das bênçãos presentes e das eternas recompensas que hão perdido.

É certo que em algumas ocasiões a oportunidade só bate à porta uma vez. Ainda que esteja carregada de tesouros escolhidos, no presente momento pode parecer-nos que entra em conflito com os nossos planos pessoais ou implicar um sacrifício pessoal. Realmente representa o melhor de Deus para nós, mas deixamos ir a oportunidade pelas nossas próprias razões. Recusamos o Seu melhor, aceitando alguma coisa menor, e Ele não deixa de dizer: “Eu quis e tu não quiseste.”


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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