… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

17 de outubro


Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras 
de
C. H. Spurgeon
17 de outubro – TIRA OS ÍDOLOS

“Não vos virareis para os ídolos, nem vos fareis deuses de fundição: Eu sou o Senhor, vosso Deus.” (Lv 19:4, ARC, Pt)

Em todas as épocas, desde a queda do homem, que tem existido a tendência no coração humano de esquecer-se de Deus e fugir da Sua presença. A idolatria tem sido o pecado de todas as nações, incluindo o povo escolhido por Deus, os judeus, e incluindo certas pessoas que se chamam cristãs mas que constroem ídolos das cruzes e imagens. Este princípio impuro de não tomar em conta a Deus e de pôr em nossas mentes algo entre nós e o nosso Criador, apresenta-se em todo lugar, em qualquer tipo de pensamento.

Quando o homem estuda a obra de Deus na natureza, com frequência, coloca um véu para tapar o Criador. Já que Deus atua de uma maneira determinada, chamam a essa forma de atuar lei, e, logo falam dessas leis como se fossem forças ou poderes deles e sobre eles, e assim expulsam a Deus do Seu próprio universo permitindo que os ídolos do mundo científico chamados «leis naturais» ocupem o Seu lugar.

No campo da providência encontrarás pessoas que, em vez de buscar a mão de Deus em todas as coisas, procuram causas secundárias, buscam causas de prosperidade e sentem-se desanimados se não as encontram, ou vêem os motivos de aflição e zangam-se contra eles, em vez de inclinar-se ante o Deus que os tem usado para os corrigir. É fácil criar ídolos de causas secundárias e esquecer ao Deus que está presente em toda a parte, causando que todas as coisas contribuam para o bem. É muito triste que este princípio malvado se introduza na igreja; não obstante, é bem difícil de eliminar. Podes fechar todas as portas tão rapidamente como queiras, porém, os fabricantes de ídolos entrarão com os seus instrumentos.

A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: Is 9-12


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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