… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

19 de outubro

William MacDonald
Um dia de cada vez
19 de outubro
“Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito? Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do SENHOR.” (Sl 116:12-13, ARC, Pt)

No que respeita à salvação das nossas almas, nada há que possamos fazer para ganhá-la ou merecê-la. Deus não está em dívida connosco, assim como tampouco O podemos reembolsar, porque a salvação é um dom de pura graça.

A resposta adequada à oferta gratuita de Deus pela vida eterna é, em primeiro lugar, tomar a taça da salvação, isto é, aceitá-la pela fé, e então devemos invocar o nome do SENHOR, quer dizer, agradecer-Lhe e louvá-Lo pelo Seu dom inefável.

Ainda depois de termos sido salvos não há nada que possamos fazer para recompensar o SENHOR por todos os Seus benefícios para connosco. “Até dando-Lhe todo o meu ser, ainda é pequena a oferenda.”

Entretanto, há uma resposta apropriada que podemos dar, e é o mais razoável que podemos fazer. “Amor tão assombroso e divino, demanda a minha alma, a minha vida, o meu tudo.”

Se o SENHOR Jesus deu o Seu corpo por nós, o mínimo que podemos fazer é dar os nossos corpos por Ele.

Pilkington de Uganda dizia: “Se Ele é Rei, tem direito a tudo.”

C. T. Studd escreveu: “Quando me dei conta de que Jesus Cristo tinha morrido por mim, não me pareceu difícil entregar-lhe tudo a Ele.”

Borden de Yale orou: “SENHOR Jesus a minha vontade já não conta na minha vida, antes Te ponho no trono do meu coração”.

Betty Scott Stam dizia em oração: “Dou-me a mim mesma, a minha vida, o meu tudo, inteiramente a Ti, para ser Tua para sempre.”

Charles Haddon Spurgeon dizia: “Naquele dia quando me rendi ao SENHOR, entreguei-Lhe o meu corpo, a minha alma, o meu espírito; dei-Lhe tudo o que tinha, e tudo o que terei no tempo presente e pela eternidade. Entreguei-lhe todos os meus talentos, os meus poderes, as minhas faculdades, os meus olhos, os meus ouvidos, os meus membros, as minhas emoções, o meu julgamento, toda a minha virilidade, e tudo o que desta pudesse vir”.

Finalmente, Isaac Watts recorda-nos que: “Gotas de pena não poderão pagar a grande dívida de amor que eu devo”, acrescentando depois: “Entrego-te o meu ser, amado Senhor, pois é tão somente a única coisa que posso fazer.”

A paixão do SENHOR Jesus, as Suas mãos e pés ensanguentados, as Suas feridas e as Suas lágrimas demandam uma resposta apropriada: o sacrifício das nossas vidas para Ele.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.


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