… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

7 de outubro


Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
7 de outubro A NATUREZA DA RECONCILIAÇÃO
“Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.” (2Co 5:21, ARC, Pt)

O pecado é uma relação fundamental— não é praticar o mal, é ser-se mau— é a independência deliberada e decidida de Deus. A fé Cristã baseia tudo na extrema e autoconfiante natureza do pecado. As outras religiões lidam com pecados— somente a Bíblia lida com o pecado. A primeira coisa que Jesus Cristo enfrentou nas pessoas foi a hereditariedade do pecado, e é porque temos ignorado isto na nossa apresentação do evangelho que a mensagem do evangelho perdeu o seu aguilhão e o seu poder explosivo.

A verdade revelada da Bíblia não é que Jesus Cristo tomou sobre Si os nossos pecados carnais, mas que Ele tomou sobre Si a herança do pecado que nenhum homem pode sequer tocar. Deus fez o Seu próprio Filho "ser pecado" para que Ele pudesse fazer do pecador um santo. É revelado em toda a Bíblia que o Senhor levou sobre Si o pecado do mundo, porque Se identificou connosco e não porque simpatizou connosco. Ele, deliberadamente, carregou sobre os Seus próprios ombros, e sofreu no Seu próprio corpo, o pecado completo e acumulativo da raça humana. "Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós." E, fazendo-o assim, Ele colocou a salvação para todo o género humano exclusivamente na base da redenção. Jesus Cristo reconciliou a raça humana, recolocando-a onde Deus planeara que ela estivesse. E agora qualquer pessoa indiscriminadamente pode experimentar a reconciliação, sendo levada para a unidade com Deus, com base naquilo que o Senhor fez na cruz.

Um homem não pode redimir-se a si mesmo— a redenção é a obra de Deus, absolutamente acabada e completa. E a sua aplicação às pessoas individuais é uma questão da sua própria ação individual, da resposta de cada um. Deve sempre ser feita uma distinção entre a verdade revelada da redenção e a verdadeira experiência consciente da salvação na vida de uma pessoa.



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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