… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 4 de outubro de 2016

4 de outubro

Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
4 de outubro A VISÃO E A REALIDADE
“… Aos santificados …. chamados santos…” (1Co 1:2, ARC, Pt)

Dá graças a Deus por seres capaz de ver tudo o que tu ainda não chegaste a ser. Tiveste a visão, mas tu ainda não alcançaste a realidade dela, por quaisquer meios. É quando estamos no vale, onde provamos se seremos os escolhidos, que a maioria de nós retrocede. Nós não estamos muito preparados para as pancadas e contusões que devem acontecer, se formos transformados no modelo da visão. Temos visto o que não somos, e o que Deus quer que sejamos, mas estamos nós dispostos a ser martelados na forma da visão para sermos usados por Deus? Os golpes vêm sempre nas formas mais comuns, todos os dias e através de pessoas comuns e vulgares.

Há ocasiões em que nós sabemos qual é o propósito de Deus; mas o deixar que a visão se transforme em parte do nosso carácter atual depende de nós, não em Deus. Se preferimos relaxar no cume da montanha e viver da lembrança da visão, então, realmente, não nos serviriam para nada as coisas comuns de que a vida humana é feita. Nós temos de aprender a viver com confiança naquilo que vimos na visão, e não a viver simplesmente numa alegria extática ou numa reflexão consciente sobre Deus. Isto significa viver as realidades da nossa vida à luz da visão até que a verdade da visão seja realmente transformada em realidade em nós. Cada pedacinho da nossa formação vai nessa direção. Aprende a agradecer a Deus por Ele te ter permitido conhecer as Suas exigências.

O nosso pequeno “eu sou” sempre está de mau humor e mostra má cara quando Deus lhe diz: faz. Deixa que o teu pequeno “eu sou” se murche perante a ira e indignação de Deus– “Eu Sou O Que Sou … me enviou a vós.” (Ex 3:14, ARC, Pt). Ele tem de dominar. Não é muito profundo perceber que Deus não apenas sabe onde vivemos, mas também conhece as sarjetas em que rastejamos! Ele vai-nos perseguir energicamente até nos encontrar tão rapidamente como o faz um clarão de um relâmpago. Nenhum ser humano conhece os seres humanos como Deus conhece.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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