… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 1 de novembro de 2016

1 de novembro


Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
1 de novembro “NÃO SOIS DE VÓS MESMOS”

“Ou não sabeis que... não sois de vós mesmos?” (1Co 6:19, ARC, Pt)

Não existe tal coisa como uma vida privada, ou um lugar para se esconder neste mundo, para um homem ou mulher que está intimamente ciente e participa dos sofrimentos de Jesus Cristo. Deus divide a vida privada dos Seus santos e faz dela uma via de grande importância para o mundo, por um lado, e uma para Si mesmo, por outro lado. Nenhum ser humano pode suportar tal coisa, a menos que ele se identifique com Jesus Cristo. Não somos santificados para nós mesmos. Somos chamados à comunhão do Evangelho, e às vezes apresentam-se situações que parecem não ter nada a ver connosco. Mas Deus está-nos levando para a comunhão com Ele. Deixa-O fazer a Sua vontade. Se te recusas, serás de nenhum valor para Deus na Sua obra redentora pelo mundo, mas serás um impedimento e uma pedra de tropeço.

A primeira coisa que Deus faz é fundamentar-nos na dura realidade e verdade. Ele faz isso até que os nossos cuidados por nós mesmos individualmente tenham sido trazidos para a submissão à Sua vontade para o propósito da Sua redenção. Por que não deveríamos nós passar por mágoas de despedaçar o coração? Através desses portais, Deus está abrindo caminhos de comunhão com o Seu Filho. A maioria de nós sucumbe ao primeiro aperto de dor. Sentamo-nos à porta do propósito de Deus e entramos numa morte lenta através da auto compaixão. E toda a compaixão pelos outros do assim chamado Cristão ajuda-nos no nosso leito de morte. Mas Deus não fará o mesmo. Ele vem com o punho da mão perfurada de Seu Filho, como Se dissesse, “Entra em comunhão Comigo; Levanta-te e resplandece.” Se Deus pode realizar os seus propósitos neste mundo através de um coração quebrado, então porque não agradecer-Lhe por quebrar o seu?


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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