… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 13 de novembro de 2016

13 de novembro


C. H. Spurgeon
Leituras Matutinas
13 de novembro
“A vara de si mesma não pode dar fruto.” (Jo 15:4, ARC, Pt)

QUANDO começaste a dar fruto? Foi quando foste a Jesus, confiaste na Sua grande expiação e descansaste na Sua perfeita justiça. Ah, que fruto davas então! Recordas aqueles primeiros dias? Então, na verdade, a videira florescia, as uvas suculentas apareciam, as romãs germinavam e os canteiros das especiarias exalavam a sua fragrância. Decaíste desde então? Se tiveres decaído, exortamos-te que recordes aquele tempo de amor, que te arrependas e faças as primeiras obras. Ocupa-te continuamente naquelas coisas que te aproximam mais de Cristo, pois é dEle de quem procedem todos os teus frutos. Qualquer actividade que te aproxime dEle, ajudar-te-á a dar fruto. O Sol é, sem dúvida, um grande obreiro que produz frutos entre as árvores do pomar e Jesus produ-los em maior proporção entre as árvores do jardim da Sua graça. Quando foste mais infrutífero? Não foi quando viveste muito longe do Senhor Jesus Cristo, quando descuidaste a oração, quando te apartaste da simplicidade da tua fé, quando os teus dons em lugar de absorveram a atenção do teu Senhor absorveram a tua atenção, quando disseste: “A minha montanha permanece firme; eu nunca serei movido”, e esqueceste-te onde reside o teu poder? Não foi então quando deixaste de dar fruto? A alguns de nós foi-nos ensinado que fora de Cristo não temos nada, e isto por causa da terrível degradação do nosso coração diante do Senhor. E quando havemos visto a completa aridez e a morte de todo o poder humano, exclamamos angustiosamente: “dEle procedem todos os meus frutos; eu, por mim mesmo, jamais pude produzir algum.” A experiência passada ensinou-nos que quanto mais simplesmente dependamos da graça de Deus em Cristo e atendamos ao Espírito Santo, mais frutos daremos para Deus. Oh! Que o Senhor nos ensine a confiar em Jesus tanto para dar fruto como para fruir da vida!




Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.


Tenho deixado os meus leitores desfrutarem das publicações inéditas que vou apensando diariamente no meu blogue. Casualmente verifiquei que as Meditações Matutinas e Vespertinas de C. H. Spurgeon que eu traduzi estão publicadas ipsis verbis no Brasil, sem indicação do autor, ao preço de R$45,00 e em Portugal a €19.99 EUR!!!
Que roubalheira!!!
Isto dói e não é sério nem cristão.
Carlos

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