… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 13 de novembro de 2016

13 de novembro

Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
13 de novembro FÉ OU EXPERIÊNCIA?

“... O Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” (Gl 2:20, ARC, Pt)

Devemos lutar contra o nosso mau humor, os nossos sentimentos e as nossas emoções para nos entregarmos a uma absoluta devoção ao Senhor Jesus. Temos de sair do nosso pequeno mundo da nossa experiência para nos entregarmos a uma devoção sem restrições com Ele. Pense no que o Novo Testamento diz que Jesus Cristo é, e depois pense na desprezível pobreza da fé miserável que exibimos, dizendo: “Eu não tive esta experiência ou aquela experiência!” Acho que o que a fé em Jesus Cristo declara como um facto e provê— Ele pode apresentar-nos irrepreensíveis diante do trono de Deus, indizivelmente puros, absolutamente justos, e totalmente justificados. Por meio de uma fé plena e reverente permanecemos “em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito, por Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção ...” (1Co 1:30, ARC, Pt). Como ousamos nós falar de fazer um sacrifício para o Filho de Deus! Somos salvos do Inferno e da destruição total, e depois falamos sobre fazer sacrifícios!

Devemos continuamente focar e firmar a nossa fé em Jesus Cristo— não em Jesus Cristo de uma “reunião de oração”, ou num Jesus Cristo de um “livro”, mas em Jesus Cristo do Novo Testamento, que é Deus encarnado, o que deveria fazer-nos cair como mortos a Seus pés. A nossa fé deve estar em Alguém de quem a nossa salvação nasça. Jesus Cristo quer para Si mesmo a nossa devoção, absoluta e livre. Nós nunca podemos descobrir Jesus Cristo por experiência pessoal, ou egoisticamente prendê-Lo nos confins dos nossos próprios corações. A nossa fé deve ser construída sobre uma confiança forte e decidida nEle.

É por causa da nossa confiança na experiência que vemos a impaciência firme do Espírito Santo contra a incredulidade. Todos os nossos receios são pecaminosos, e nós criamos os nossos próprios receios, por nos recusarmos a alimentar a nossa fé. Como pode alguém que se identifica com Jesus Cristo sofrer de dúvida ou receio! As nossas vidas deveriam ser um hino de louvor absoluto, resultante de uma crença perfeita, irreprimível e triunfante.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal. 

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