… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 13 de novembro de 2016

13 de novembro

C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas
13 de novembro
“O dever de orar sempre.” (Lc 18:1, ARC, Pt)

SE os homens devem orar sempre e nunca desfalecer, muito mais devem fazê-lo os homens Cristãos. Jesus enviou a Sua Igreja para o mundo com a mesma mensagem que Ele trouxe do Céu, e essa missão inclui a intercessão. O que vos parece se dissesse que a Igreja é o sacerdote do mundo? A criação é muda, mas a Igreja deve achar uma boca para ela. Orar com aceitação é o alto privilégio da Igreja. As portas da graça estão sempre abertas para as suas petições, e elas nunca voltam com as mãos vazias. O véu rompeu-se para ela (para a Igreja); o sangue foi espargido para ela e Deus constantemente convida-a para que ela Lhe peça o que deseje. Recusará a Igreja o privilégio pelo qual os anjos a podem invejar? Não é ela a esposa de Cristo? Não tem ela o direito de entrar na presença do seu Rei, a cada instante? Deixará ela estes preciosos privilégios sem os usar? A Igreja tem sempre necessidade de orar. Há sempre alguns no seu meio que estão declinando ou caindo em pecados manifestos. Há cordeiros pelos quais terá de orar, para que eles sejam levados para o seio de Cristo. Terá de orar pelos fortes, para que eles não se façam presunçosos, e também, pelos fracos, para que eles não se voltem desesperados. Se realizássemos, todos os dias do ano, uma reunião de oração que durasse as vinte e quatro horas do dia, nós jamais ficaríamos sem algum assunto especial pelo qual orar. Não estamos nós sempre rodeados de doentes e de pobres, de afligidos e de vacilantes? Não estamos nós rodeados por aqueles que anseiam a conversão dos seus familiares, a restauração dos que voltaram para mundo e a salvação dos depravados? Também devemos orar pelas assembleias de fiéis que se reúnem constantemente, pelos ministros que pregam sempre e pelos milhões de pecadores que estão mortos nos seus delitos e pecados. Como se desculpará a Igreja de se ter esquecido da comissão que lhe confiou o Seu amoroso Senhor, num país sobre o qual estão descendendo as trevas do Romanismo e num mundo cheio de ídolos, de crueldades e de obras do Diabo? Que a Igreja seja constante na súplica, que cada crente individual deite a sua migalha de oração na tesouraria.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Tenho deixado os meus leitores desfrutarem das publicações inéditas que vou apensando diariamente no meu blogue. Casualmente verifiquei que as Meditações Matutinas e Vespertinas de C. H. Spurgeon que eu traduzi estão publicadas quase ipsis verbis no Brasil, sem indicação do autor, ao preço de R$45,00 e em Portugal a €19,99 EUR!!!
Que roubalheira!!!
Isto dói e não é sério nem cristão.
Carlos

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