… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

17 de novembro


C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
17 de novembro
“Pois o SENHOR não rejeitará o Seu povo, nem desamparará a Sua herança.” (Sl 94:14, ARC, Pt)

Não, Ele não desamparará sequer a um deles. Os homens costumam rejeitar os seus filhos, mas Deus não, nunca o poderá fazer, porque a Sua eleição é imutável e o Seu amor eterno. Ninguém pode encontrar uma única pessoa a quem Deus haja abandonado, depois de ao tal Ele Se haver revelado para ser a sua salvação.

Esta grande verdade é mencionada no Salmo para alegrar o coração do aflito. O Senhor pune os Seus, mas nunca os desampara. O resultado da dupla obra da lei e da vara é para o nosso ensino, e o fruto dessa instrução é uma quietude de espírito, uma sobriedade de mente, que proporcionam descanso. Os ímpios são deixados sós, até que se escave a cova em que cairão e serão aprisionados. Os justos, todavia, são enviados para a escola a fim de que sejam preparados para o seu glorioso destino vindouro. O juízo virá e acabará a sua obra nos rebeldes, mas chegará igualmente para justificar os sinceros e os piedosos. Por esta razão podemos sofrer a vara do castigo com submissão tranquila, porque expressa para nós amor e não ira.

“Deus pode castigar e corrigir
Mas jamais pode abandonar;
Pode em fidelidade repreender,
Mas nunca deixar de amar.”


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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