… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 20 de novembro de 2016

20 de novembro

Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
20 de novembro O PERDÃO DE DEUS

“nEle nós temos... o perdão dos pecados...” (Ef 1:7, KJV, traduzida)

Acautela-te com a opinião agradável da paternidade de Deus: Deus é tão bondoso e amoroso que, evidentemente, Ele nos perdoará. Esse pensamento, baseado unicamente na emoção, não pode ser encontrado em parte alguma do Novo Testamento. A única base sobre a qual Deus nos pode perdoar é na enorme tragédia da Cruz de Cristo. Basear o nosso perdão a partir de qualquer outro fundamento é blasfémia inconsciente. O único fundamento pelo qual Deus pode perdoar os nossos pecados e restabelecer-nos no Seu favor é através da Cruz de Cristo. Não há outro processo! O perdão, que é tão fácil para nós aceitá-lo, custou a agonia no Calvário. Nunca devemos receber o perdão dos pecados, o dom do Espírito Santo, e a nossa santificação com fé simples, e depois esquecer o enorme custo que teve para Deus dar-nos tudo isso.

O perdão é o milagre da graça divina. O custo que teve para Deus foi a Cruz de Cristo. Para perdoar o pecado e permanecer como um Deus santo, este preço tinha de ser pago. Nunca aceites um conceito da paternidade de Deus se ele obscurece a expiação. A verdade revelada de Deus é que, sem a expiação, Ele não pode perdoar— Ele iria contradizer a Sua natureza, se Ele o fizesse. A única maneira como podemos ser perdoados é sermos trazidos de volta para Deus por meio da expiação da Cruz. O perdão de Deus só é possível no reino sobrenatural.

Comparada com o milagre do perdão dos pecados, a experiência de santificação é pequena. Santificação é simplesmente a expressão maravilhosa ou a evidência do perdão dos pecados numa vida humana. Mas, a única coisa que desperta a mais profunda fonte de reconhecimento num ser humano é que Deus lhe tenha perdoado o seu pecado. Paulo nunca se afastou disto. Uma vez que tu tens consciência de tudo quanto isso custou a Deus para te perdoar, tu sentir-te-ás sujeito, como num torno, constrangido pelo amor de Deus.


Tradução de Carlos António da Rocha


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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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